😭 Mãe Revela Horror 'Degolaram Meu Filho Como Troféu' em Operação do RJ
💔 "Penduraram a cabeça dele na árvore, igual troféu" - o desabafo de Raquel Tomas, mãe de Iago Ravel de 19 anos, expõe a brutalidade da maior operação policial da história do Brasil que deixou 119 mortos no Rio.
Uma cena de horror foi revelada por moradores do Complexo da Penha, no Rio de Janeiro. A cabeça de Iago Ravel, de 19 anos, com cabelos tingidos de vermelho, foi encontrada completamente separada do corpo em uma área de mata densa, quase 24 horas após a operação policial mais letal já registrada no país.
📊 Números da Tragédia
- 119 mortos na operação
- 115 suspeitos entre as vítimas
- 4 policiais mortos em confronto
- 2.500 agentes envolvidos
- 19 anos idade de Iago Ravel
👩👦 O Desespero de Raquel Tomas
Com a voz trêmula entre a tristeza e a raiva, Raquel Tomas, de 34 anos, descreve a cena que a traumatizou para sempre. Ela passou toda a madrugada percorrendo hospitais e delegacias em busca do filho, até encontrá-lo entre os corpos enfileirados na Praça São Lucas.
"Degolaram meu filho, cortaram o pescoço dele, penduraram [a cabeça] na árvore, igual troféu. Meu filho foi assassinado. Executaram meu filho sem direito de defesa"
— Raquel Tomas, mãe de Iago Ravel
👨👦 Acusações do Pai
Alex Rosado da Costa, pai de Iago, não poupa palavras ao acusar agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) pela execução do filho. Suas declarações revelam detalhes ainda mais chocantes sobre as circunstâncias da morte.
"Arrancaram a cabeça dele. Pelo que eu fiquei sabendo, ele não tem uma marca de tiro no corpo, ele não tomou um tiro"
— Alex Rosado, pai de Iago
🔎 Desespero por Respostas
Do lado de fora do IML, Ana Beatriz Adorno, de 24 anos, representa o drama de muitas famílias que ainda procuram por seus entes queridos desaparecidos após a operação.
"A gente não sabe mais onde está ele. Não tem corpo, não tem informação, não tem nada"
Com Ana Beatriz, outras duas mulheres também buscavam seus maridos, em um cenário de completa desinformação e angústia.
💥 Violência Inédita nos Confrontos
A operação nos complexos da Penha e do Alemão apresentou características nunca antes vistas no Rio de Janeiro. Observadores apontam que esta operação foi diferente de outras semelhantes, com cenas descritas como extremamente brutais.
🚨 Fatos Documentados
- Drones com bombas lançados por criminosos
- Barricadas erguidas para impedir avanço policial
- Fila de 26-27 presos sem camisa e descalços
- Jornalistas obrigados a se abrigarem repetidamente
🌍 Repercussão Internacional
Enquanto o governador Cláudio Castro classificou a operação contra "narcoterroristas" como "um sucesso", organismos internacionais manifestaram profunda preocupação com os eventos no Rio.
O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos declarou estar "horrorizado" com a operação e exigiu "investigações rápidas" sobre os fatos.
Diversas ONGs nacionais também criticaram a violência da operação, questionando os métodos utilizados e o alto número de vítimas.
🤔 Um Luto que Transforma
Raquel Tomas resume a dor de uma mãe que viu seu filho de 19 anos ter a vida interrompida de forma brutal. Suas palavras ecoam o sentimento de muitas outras famílias afetadas pela operação.
"Ele só tinha 19 anos, era um menino, um menino de boa família... E não teve direito a uma segunda chance"
A história de Iago Ravel se tornou um símbolo dos questionamentos sobre os limites da ação policial e o valor da vida humana em operações de grande escala.
O que você pensa sobre esse caso?
3 Comentar
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Anônimo 30 de outubro de 2025 às 07:45 Uma dor terrível para as mães. Mais infelizmente os filhos procurou isso triste escolha -
Anônimo 30 de outubro de 2025 às 09:55 Agora que o filho dela morreu ela tem voz mais quando foi o filho ou a filha dos outros o que ela fez pra impedir as atrocidades do filho. -
Anônimo 30 de outubro de 2025 às 22:48 Lamento as mortes, mas eles sempre tiveram a chance de escolher o caminho.

