Um ataque violento com facões dentro de um estabelecimento comercial na República Dominicana terminou com um criminoso morto e três pessoas feridas. A vítima reagiu atirando em legítima defesa, conforme investigação das autoridades locais.
Uma tentativa de agressão dentro de um comércio na comunidade Amaceyes, em San Víctor (Província de Espaillat, República Dominicana), resultou em um tiroteio na última sexta-feira (2 de agosto de 2025). Dois homens armados com facões avançaram contra Vicente Basilio Henríquez Rosario, que reagiu sacando uma pistola para se defender.
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Vídeo: Reprodução/Vimeo
O confronto violento resultou na morte de um dos agressores, identificado como Carlos Miguel Cruz Minaya, agricultor de 65 anos. Além disso, três outras pessoas ficaram feridas durante o incidente, embora suas identidades e condições de saúde não tenham sido divulgadas pelas autoridades.
🔍 Investigação e Legítima Defesa
O Ministério Público local abriu investigação sobre o caso, mas já solicitou o arquivamento do processo contra Henríquez Rosario, com base na alegação de que ele agiu em legítima defesa, conforme previsto no Código Penal dominicano.
As autoridades consideraram legítima a reação da vítima, analisando as circunstâncias do ataque, a integridade física das pessoas presentes e as intenções dos agressores.
📊 Dados do Incidente:
- Local: Comunidade Amaceyes, San Víctor, República Dominicana
- Data: 2 de agosto de 2025
- Vítima que reagiu: Vicente Basilio Henríquez Rosario
- Criminoso morto: Carlos Miguel Cruz Minaya, 65 anos
- Feridos: 3 pessoas (não identificadas)
- Armas utilizadas pelos criminosos: Facões
Embora as autoridades tenham considerado legítima a reação, familiares da vítima fatal e das pessoas feridas protestam, exigindo que o caso seja levado até as últimas consequências. Eles pedem transparência e questionam se a resposta armada foi realmente proporcional à ameaça sofrida.
O episódio evidencia os limites entre legítima defesa e reação desproporcional, especialmente quando há uso de arma de fogo em situações de ameaça iminente. A controvérsia segue dividindo a sociedade entre a proteção do indivíduo em risco e a responsabilização por morte em confronto armado.
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