Câmeras de segurança do Tribunal Regional do Trabalho registram momento de violência entre empresário e ex-gerente. Discussão por verbas rescisórias termina em agressão física.
Brasília (DF) - Uma audiência trabalhista terminou em cena de violência dentro do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, em Brasília, na última quarta-feira (10). O ex-gerente de supermercado Marcelo Patrício da Silva, de 53 anos, foi atingido por um soco no rosto desferido pelo empresário Manoel Aveny Pinheiro de Souza, de 46 anos, logo após a sessão de conciliação.
📹 Vídeo Exclusivo: Momento da Agressão
Imagens mostram empresário partindo para agressão contra ex-funcionário
🔍 Contexto do Conflito
Câmeras de segurança da sede do TRT-10, na Asa Norte, registraram o momento em que o empresário, vestido de preto, parte para a agressão contra o ex-funcionário, que usava camisa listrada. Marcelo havia trabalhado durante cinco meses em um supermercado da Estrutural, de propriedade de Manoel, e acionou a Justiça alegando falta de pagamento de verbas rescisórias.
⚠️ Versões Contraditórias
Segundo relato da vítima, antes da agressão o ex-patrão tentava pressionar uma testemunha do processo. Ao reagir e desmentir o empresário, recebeu o soco no rosto. Já Manoel Aveny afirma que reagiu após ter sido insultado pelo ex-empregado, que teria ofendido também sua esposa durante a discussão.
⚖️ Batalha Judicial e Acusações
Em nota, o empresário disse ter agido de maneira impensada e informou que registrou boletim de ocorrência contra Marcelo por calúnia e difamação. Manoel também declarou suspeitar de irregularidades na gestão do ex-gerente e disse confiar que a Justiça esclarecerá os fatos.
📋 Detalhes do Caso
- Agressão ocorreu dentro do TRT-10 na Asa Norte
- Vítima: Marcelo Patrício, 53 anos, ex-gerente
- Agressor: Manoel Aveny, 46 anos, empresário
- Disputa por verbas rescisórias não pagas
- Empresário alega insultos à esposa
- BO registrado por calúnia e difamação
A respeito da ação trabalhista, Manoel alegou que o vínculo formal não foi feito de imediato porque o próprio Marcelo teria solicitado a manutenção do seguro-desemprego anterior. Ele ainda sustenta que todos os direitos rescisórios foram pagos corretamente.
"Agi de maneira impensada, mas fui insultado e minha esposa foi ofendida. Confio que a Justiça esclarecerá todos os fatos"
O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região foi questionado sobre o episódio, mas não se manifestou até o momento. O caso levanta discussões sobre a violência no ambiente judicial e a necessidade de maior segurança nestes espaços.
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