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⚖️ STF Mantém Prisão de Robinho por Estupro na Itália

Foto: Reprodução/CNN Brasil O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (28) para m...

quinta-feira, 28 de agosto de 2025
Por: Anônimo
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Foto: Reprodução/CNN Brasil

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (28) para manter a prisão do ex-jogador Robinho, confirmando o cumprimento da pena de nove anos de prisão no Brasil pela condenação por estupro na Itália.

🔒 6 ministros votaram pela manutenção da prisão contra 1 voto dissidente

🗳️ Votação no STF

O relator Luiz Fux e os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, André Mendonça, Cristiano Zanin e Edson Fachin votaram pela manutenção da prisão do ex-atleta. O ministro Gilmar Mendes foi o único a divergir, votando pela liberdade de Robinho.

O julgamento ocorreu em plenário virtual, iniciado no dia 22 de agosto e com encerramento previsto para esta sexta-feira (29). Em seu voto, Fux destacou que o recurso utilizado pela defesa era inválido para o caso concreto.

📝 Fundamentação do Relator

O ministro Luiz Fux afirmou em seu voto: "Sem razão a defesa. O Plenário desta Suprema Corte, por maioria, afastou expressamente, ao caso concreto, o princípio da irretroatividade previsto no art. 5º, XL, da Constituição Federal, considerando-o inaplicável, na hipótese dos autos".

👥 Ministros que Votaram pela Prisão

  • Luiz Fux (Relator)
  • Alexandre de Moraes
  • Dias Toffoli
  • André Mendonça
  • Cristiano Zanin
  • Edson Fachin

🇮🇹 Condenação na Itália

Robinho foi condenado pela Justiça italiana a nove anos de prisão por participação em estupro coletivo de uma mulher de 23 anos, ocorrido em uma boate italiana em 2013. Na época, o jogador atuava pelo Milan.

🏢 Local da Prisão

O ex-jogador está detido desde março de 2024 na Penitenciária de Tremembé, conhecida como "presídio dos famosos", após o STF autorizar o cumprimento da pena no Brasil.

A defesa do ex-atleta tentava reverter a decisão do Supremo que confirmou determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para o cumprimento da pena por estupro no território brasileiro.

O caso representa um marco no direito penal internacional e na cooperação jurídica entre Brasil e Itália, estabelecendo precedentes importantes para casos similares no futuro.

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