⚖️ POLÊMICA: Justiça Nega Prisão de Homem que Confessou Esconder Corpo de Jovem em Ubatuba

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Alessandro Neves dos Santos confessou ter matado Sarah Picolotto, 20 anos, mas Tribunal de Justiça de SP considerou prisão temporária "medida excepcional" e negou o pedido do Ministério Público.

Em uma decisão que está causando polêmica, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou o pedido de prisão temporária de Alessandro Neves dos Santos, que confessou ter matado e escondido o corpo da jovem Sarah Picolotto dos Santos Grego, 20 anos, em Ubatuba, litoral paulista.

📌 FUNDAMENTOS DA DECISÃO:

  • Prisão temporária é "medida excepcional"
  • Postura colaborativa do investigado
  • Não representa risco imediato às investigações
  • Outras medidas cautelares foram determinadas
  • Busca e apreensão deferida nos endereços indicados

⏳ CRONOLOGIA DO CRIME

1
9 de agosto: Sarah desaparece após viajar de Jundiaí para Ubatuba
2
15 de agosto: Alessandro confessa o crime e indica local do corpo
3
15 de agosto: Corpo é encontrado sem roupas em área de mata
4
17 de agosto: Sarah é sepultada sem velório em Jundiaí
5
18 de agosto: Justiça nega prisão temporária do acusado

🔎 DETALHES DA CONFISSÃO

Segundo o depoimento de Alessandro Neves dos Santos à Polícia Civil, ele conheceu Sarah no mesmo dia do crime. A jovem teria usado drogas e bebida alcoólica antes de ir para um matagal onde, segundo relatos, manteve relações sexuais com cinco indivíduos.

Após serem deixados sozinhos, Alessandro teria convidado Sarah para sua casa, onde mantiveram relações sexuais consensuais. O crime ocorreu após uma discussão, quando o homem afirma que a vítima fez um comentário que ele não gostou - embora não soubesse repetir qual foi o comentário.

⚠️ COMO OCORREU O CRIME:

Alessandro confessou ter enforcado Sarah após a discussão. Em seguida, arrastou o corpo até uma zona de mata, onde o escondeu sob folhagens e jogou seus pertences no rio.

A Polícia Civil ainda investiga um possível estupro coletivo de vulnerável antes do assassinato.

Você concorda com a decisão da Justiça de não decretar a prisão temporária?

📌 INVESTIGAÇÕES EM ANDAMENTO:

A Polícia Civil continua apurando todas as circunstâncias do crime. O Ministério Público pode recorrer da decisão que negou a prisão temporária. O caso está sendo acompanhado pela 2ª Vara de Ubatuba.


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