
Foto: Reprodução/Vídeo
Na madrugada de quinta-feira (14), a trajetória de Eweline Passos Rodrigues, conhecida como “Diaba Loira”, chegou ao fim em meio a uma violenta disputa entre facções rivais na Zona Norte do Rio de Janeiro. A mulher de 28 anos foi encontrada morta com marcas de tiros na cabeça e no tórax, após um confronto entre o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP).
📜 De Vítima à Procurada: A História de Eweline
Natural de Santa Catarina, Eweline sobreviveu a uma tentativa de feminicídio em 2022, quando teve o pulmão perfurado pelo ex-companheiro. Após fugir para o Rio, ingressou no CV e passou a atuar na comunidade Gardênia Azul. Posteriormente, rompeu com a facção e se aliou ao TCP, tornando-se alvo de ameaças dos antigos aliados.
📱 Influência Digital e Provocações
A “Diaba Loira” ganhou notoriedade nas redes sociais ao ostentar armas de grosso calibre e publicar frases provocativas, como: “Não me entrego viva, só saio no caixão.” Seu perfil chegou a reunir mais de 70 mil seguidores, com vídeos desafiando rivais e autoridades.
🚨 Ficha Criminal e Mandados de Prisão
- Presa em 2023 transportando 7 kg de cocaína.
- Flagrada atirando contra policiais em operação militar.
- Três mandados de prisão em aberto — dois por tráfico e organização criminosa.
- Foragida por violar medidas judiciais, incluindo rompimento de tornozeleira eletrônica.
📍 Execução em Cascadura
O corpo de Eweline foi encontrado enrolado em um lençol na Rua Cametá, em Cascadura, fora da área do confronto. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de execução por rivais do CV, como retaliação pela deserção da facção.
📊 Curiosidade: A tatuagem nas costas de Eweline homenageava líderes do TCP, como Lacoste e Coelhão, evidenciando sua mudança de lealdade.
⚠️ Violência Urbana: Até Quando?
A morte da “Diaba Loira” escancara a realidade brutal das guerras entre facções no Rio. Compartilhe este post e ajude a promover o debate sobre segurança pública e prevenção à criminalidade.
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