
Foto: Reprodução/Vídeo
📌 Destaque: A vítima sofreu um corte profundo no rosto após cliente se recusar a pagar por serviço sexual. Caso expõe vulnerabilidade de profissionais do sexo no Brasil.
Um caso de violência chocou Manaus na noite desta quarta-feira (13). Uma profissional do sexo, conhecida popularmente como "mulher do job", foi brutalmente agredida por um cliente que se recusou a pagar pelo serviço prestado.
🔎 O que aconteceu?
O incidente ocorreu na rua Estrela de Davi, no bairro Novo Israel, zona Norte de Manaus. Segundo relatos da vítima à Polícia Militar do Amazonas (PMAM):
- O cliente se recusou a pagar pelo serviço sexual
- Utilizou um pedaço de madeira para agredir a mulher
- Causou um corte profundo no rosto da vítima
- Fugiu do local antes da chegada da polícia
🏥 Atendimento à vítima
Moradores da região acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que prestou os primeiros socorros. A profissional foi encaminhada ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, onde recebeu tratamento médico adequado.
ℹ️ Dados importantes:
Local: Rua Estrela de Davi, bairro Novo Israel, Zona Norte de Manaus
Data: Quarta-feira, 13 de agosto
Hospital: 28 de Agosto
Status: Vítima em recuperação
🔍 Busca pelo agressor
A polícia está analisando imagens de câmeras de segurança da região para tentar identificar o agressor, que ainda não foi localizado. Testemunhas relataram o ocorrido e imagens do local mostram a vítima sendo socorrida com manchas de sangue na cabeça.
⚠️ Vulnerabilidade das profissionais do sexo
Este caso chama atenção para os riscos enfrentados diariamente por profissionais do sexo no Brasil:
- Exposição constante à violência
- Falta de proteção adequada
- Dificuldade em buscar ajuda policial
- Estigma social que aumenta a vulnerabilidade
A vítima, que preferiu não ter seu nome divulgado, segue em recuperação. O caso continua sendo investigado pela polícia.
📹 Vídeo Exclusivo: Cena do Crime e Socorro à Vítima
Vídeo: Reprodução/Portal Tucumã
💬 E você, o que acha?
Este caso revela a vulnerabilidade de muitas profissionais no Brasil. Como podemos melhorar a segurança e os direitos dessas trabalhadoras? Deixe seu comentário!